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Quanto custa um site para clínica médica em 2026?
Faixas reais de preço, o que entra (e o que ninguém te conta que não entra), e como saber se o orçamento que você recebeu faz sentido.
Foto: National Cancer Institute · Unsplash
A pergunta certa não é “quanto custa um site”. É “quanto custa um site que traz paciente”. São coisas diferentes — e a diferença de preço entre as duas explica por que você recebe orçamentos de R$ 800 e de R$ 25.000 para aparentemente a mesma coisa.
Vou ser direto sobre números, porque quase ninguém é. Os valores abaixo são de mercado brasileiro em 2026, para clínicas e consultórios — não para grandes redes hospitalares.
As 3 faixas de preço reais
R$ 800 a R$ 3.000 — o site “cartão de visita”
Geralmente um template pronto (WordPress, Wix) com seu logo, fotos e textos genéricos. Funciona como prova de existência: o paciente que já tem seu nome confere que você é real. O que ele não faz: ranquear no Google, ser citado por IA, capturar leads, integrar com agenda. É um folder digital.
Faz sentido se você já tem agenda cheia por indicação e só quer uma presença online mínima.
R$ 3.000 a R$ 8.000 — o site profissional
Aqui entra design próprio, textos pensados para conversão, SEO técnico básico, formulário de contato, integração com WhatsApp e Google Meu Negócio. Já compete no Google para buscas locais (“geriatra em Recife”) e tem estrutura para crescer.
É a faixa onde a maioria das clínicas deveria estar. Custo-benefício honesto.
R$ 8.000 a R$ 25.000 — o sistema de captação
Não é mais “um site”. É um sistema: site + agente de IA no WhatsApp que qualifica e agenda 24h + rastreamento completo do funil (Meta Pixel, GA4) + integração com CRM médico + estrutura de citação por IA (GEO). O paciente que chega via Google ou ChatGPT é capturado, qualificado e agendado sem você levantar um dedo.
Faz sentido para quem quer escalar captação e parar de depender só de indicação.
O que quase nunca está incluso (e vira surpresa)
- Textos (copywriting) — muitos orçamentos assumem que você entrega os textos prontos. Escrever copy que converte é trabalho à parte, geralmente R$ 1.000 a R$ 3.000.
- Fotos profissionais — banco de imagens deixa o site genérico. Sessão de fotos no consultório custa R$ 500 a R$ 2.000 e muda completamente a percepção.
- Manutenção e hospedagem— pergunte sempre o custo mensal recorrente. Alguns cobram R$ 100-300/mês de “manutenção” que você nem sabia.
- Conformidade com o CFM — site médico tem regras (Resolução 2.336/2023). Quem não conhece entrega um site que pode te dar dor de cabeça com o conselho. Falo disso no post sobre o que o CFM permite.
Site barato que não traz paciente não é economia — é R$ 800 jogados fora. Site caro que traz 3 pacientes/mês se paga no primeiro mês. O preço só faz sentido contra o retorno.
Como avaliar se o orçamento faz sentido
Faça estas 4 perguntas a quem te orçou:
- “O site vai aparecer no Google para buscas tipo [minha especialidade] em [minha cidade]?” — Se a resposta for vaga, o SEO não está incluso.
- “Como o paciente entra em contato e isso fica registrado onde?” — Se for só um formulário que cai num email, não há captação de verdade.
- “O site segue a Resolução CFM 2.336/2023?” — Se não souberem o número da resolução, cuidado.
- “Qual o custo mensal depois de pronto?” — Para não ser surpreendido.
O que eu faço
Eu implemento na faixa profissional e na de sistema de captação — sites em Next.js que ranqueiam, capturam e (quando faz sentido) integram agente de IA. Sempre dentro das regras do CFM, porque a vertical médica é meu foco (MedCitado). Eu mesmo implemento — sem terceirizar, sem rotação de equipe.
Se quiser um número para sua situação específica, o diagnóstico de 30 minutos é gratuito. Te mostro o que faz sentido para o seu caso antes de qualquer proposta — e se um site de R$ 3.000 resolver, eu falo isso.