Inteligência Artificial
MiniMax M2.5 é o melhor custo-benefício entre modelos de IA
Com 56,3% no SWE-bench Lite por US$ 0,22 por milhão de tokens, o MiniMax M2.5 entrega ~90% do desempenho do Claude Opus 4.6 por 1/25 do preço.

Se a régua é desempenho por real gasto, o campeão da semana é o MiniMax M2.5: 56,3% no SWE-bench Lite por apenas US$ 0,22 de entrada e US$ 0,90 de saída por milhão de tokens. É ~90% do score do Claude Opus 4.6 (62,7%) por cerca de 1/25 do preço.
Os dados vêm do leaderboard do pricepertoken.com (LayerLens, 13/08/2026), que cruza benchmark de código com preço de API. E o padrão se repete: os modelos chineses dominam a faixa de custo baixo, entregando desempenho de sobra para tarefas reais de engenharia de software.
A conta que importa
- MiniMax M2.5: 56,3% no SWE-bench Lite por US$ 0,22/US$ 0,90 — o melhor retorno por dólar da lista.
- Claude Opus 4.6: 62,7% por US$ 5,00/US$ 25,00 — mais capaz, mas 25x mais caro na entrada.
- No meio: GPT-5 e Claude Haiku 4.5 empatam em 54,3%, com preços intermediários.
Traduzindo para o dia a dia de quem desenvolve: para automação de tarefas, refatoração e código de volume, o M2.5 resolve com sobra. A diferença de 6 pontos percentuais contra o Opus só importa em raciocínio profundo — e aí, sim, vale pagar o premium.
A recomendação prática que tenho dado em projetos: comece com o modelo barato para o grosso do tráfego e escale para os caros apenas nas tarefas que exigem raciocínio. É a mesma lógica de orçamento que aplico ao montar pipelines de IA para empresas.