SEO/GEO
Case de AEO reporta 4.900% mais receita vinda de referências de LLM
Um case B2B diz ter multiplicado por 49 a receita atribuída a referências de ChatGPT e afins em 14 meses, com tráfego 2.622% maior. É case de agência: leia como sinal, não como prova.

A discussão sobre AEO e GEO saiu do campo teórico e começou a aparecer com número. Um case de B2B relata alta de 4.900% na receita atribuída a referências vindas de LLMs e 2.622% no tráfego, ao longo de 14 meses.
O que o case descreve é menos glamouroso do que o resultado. A base foi reestruturar conteúdo para ser citado: respostas diretas no começo do texto, autoridade identificável, dados próprios que a IA pode usar como fonte. Nada de marcação especial ou arquivo mágico. É o mesmo trabalho de SEO, com foco em ser extraível.
Como separar aprendizado de propaganda
- É case de agência. Serve como sinal direcional, não como garantia de que o mesmo número se repete em outro contexto.
- A atribuição de receita a referências de IA é difícil de isolar. Convém checar como a empresa mediu, não só o percentual final.
- O que se sustenta é a direção: conteúdo claro, entidade bem definida e dados verificáveis ajudam a IA a escolher quem citar.
A leitura honesta é que ninguém compra citação. O que rende é fazer o trabalho de base bem feito e depois medir quem está aparecendo nas respostas. O resto é ruído de ferramenta vendendo atalho.
Para quem quer começar, o caminho é medir antes de otimizar. Levantar o que a IA já responde sobre a sua marca evita investir no escuro e mostra onde falta conteúdo. É exatamente o que faz um baseline de visibilidade em IA.
Fonte: YesOptimist, case study de AEO e receita de referências.